This entry was posted on 21/03/2008 at 19:02 and is filed under Things, Views.
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9 Responses to “(#43) Uma rua sem nome, um banco vazio, uma porta fechada…”
porque não me apanhaste na foto? No banco estou eu, a porta nunca está fechada e mudo todos os dias o nome da rua…e apesar de ser pouco saudosista, hoje é a Rua da Saudade.
Uma foto muito bem conseguida e deste-lhe um título que encerra tudo o que a mesma me transmite.
Beijocas e um bom domingo de Páscoa que para mim será um dia de descanso a ver natação
Que o nome se gaste mas nunca se apague…
que o banco solitário não perca a esperança de uma nova chegada…
que a porta fechada não seja sinal de uma partida definitiva… mas sim a espera de uma nova chegada.
Nada fica sem nome, vazio ou fechado por muito tempo…
21/03/2008 at 23:36
Um sentir… tantas vezes o meu…
Muito bonita esta foto… tanto diz…
Beijinho
22/03/2008 at 3:02
… profunda solidão.
Serena Páscoa!
Beijos
logo tempo ausente…
22/03/2008 at 13:00
Uma vela ao vento… o tudo… o nada…
Gosto deste post. As palavras fazem-me lembrar o estilo das letras de Pedro Abrunhosa.
A foto, o que resta… do que foi…
Doce Páscoa!
Beijinho
22/03/2008 at 22:04
porque não me apanhaste na foto? No banco estou eu, a porta nunca está fechada e mudo todos os dias o nome da rua…e apesar de ser pouco saudosista, hoje é a Rua da Saudade.
Uma foto muito bem conseguida e deste-lhe um título que encerra tudo o que a mesma me transmite.
Beijocas e um bom domingo de Páscoa que para mim será um dia de descanso a ver natação
23/03/2008 at 11:39
Andaste passeando por terras do Alentejo… hihihi
Já viste como os campos estão lindos? Fantásticos não estão? Até apetece…!
Beijinho
23/03/2008 at 12:59
Lindo blog, magnificas fotos.
O seu link passará a ter lugar no meu blog!
Boa Páscoa
23/03/2008 at 13:04
meu blog: http://prazerfotografico.blogspot.com
23/03/2008 at 22:21
Grato pela vossa visita assim como pelos vossos amáveis comentários.
Obrigado.
24/03/2008 at 13:12
Que o nome se gaste mas nunca se apague…
que o banco solitário não perca a esperança de uma nova chegada…
que a porta fechada não seja sinal de uma partida definitiva… mas sim a espera de uma nova chegada.
Nada fica sem nome, vazio ou fechado por muito tempo…