This entry was posted on 22/01/2008 at 22:55 and is filed under B&W, Sea.
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Neste lugar, perdia-me… ou então, tentaria alcançar o horizonte.
Excelente a foto.
Diria que, em escala reduzida, se trata do mundo, da humaninade e dos recursos de sobrevivência ao nosso alcance. Uma percepção muito minha…
Hoje apetece-me deixar comment
Há duas pessoas (um casal?) que estão num barco (da vida?) em direcção a um destino que não sabemos (não são todos?). Imagina-se um horizonte que não vemos (e não é sempre assim?). Percorrem um caminho calmo e sereno, tranquilo (como sempre deveria ser), só deles, algo intimista (o p&b assim o diz), alheados de tudo, rasgando as pequenas ondas (como se de pequenos problemas diários se tratasse). Remando para lá chegar (como sempre tem que ser).
Uma belíssima imagem (prefiro chamar-lhe assim a foto) que respira paz e serenidade, de como as coisas deveriam ser, e que não me importava de ter num quadro…
Sónia,
Agora percebo porque pouco comentas…
Fosse este blog de letras e este comentário merecia um post.
Mas, se viste isso tudo então valeu a pena tê-la aqui posto.
Obrigado.
“Um mar rodeia o mundo de quem está só.
É o mar sem ondas do fim do mundo.
A sua água é negra; o seu horizonte não existe.
Desenho os contornos desse mar com um lápis de névoa…”
extracto de um poema de Nuno Júdice, foi dele que me lembrei quando vi esta imagem . 5 *****
22/01/2008 at 23:18
A imensidão…
Tantos são os caminhos…
Neste lugar, perdia-me… ou então, tentaria alcançar o horizonte.
Excelente a foto.
Diria que, em escala reduzida, se trata do mundo, da humaninade e dos recursos de sobrevivência ao nosso alcance. Uma percepção muito minha…
Beijinhos
23/01/2008 at 0:10
Que grandiosidade, que calmaria, lindo!
Bjo
Mimo-te
23/01/2008 at 1:27
Excelente!!!
Deixas-me sem palavras…
Beijinho
23/01/2008 at 10:25
Simples, tão simples! Tão repousante, apetece ficar a olhar… para aquelas duas pessoas no meio do nada, no meio de tudo.
Abraço
23/01/2008 at 12:34
Sol,
Por vezes perdemo-nos tentando alcançar o horizonte…
Beijinho
Mimo-te,
Grato pela tua amabilidade.
Beijinho
Maria,
Disseste o suficiente. Grato.
J,
Isso mesmo: no meio do nada, no meio de tudo!
Abraço
23/01/2008 at 15:54
Esta fotografia convida ao verão…ao mar ao sossego e a tudo de bom :)(ou não fosse estar o mar presente)
É como diz o JA fica-se com vontade de ficar a olhar
Beijinho
23/01/2008 at 16:14
Ka,
Sim, ao sossego, à tranquilidade… Há coisas que, sem lá estarem, se adivinham…
Beijinho
23/01/2008 at 17:08
Hoje apetece-me deixar comment
Há duas pessoas (um casal?) que estão num barco (da vida?) em direcção a um destino que não sabemos (não são todos?). Imagina-se um horizonte que não vemos (e não é sempre assim?). Percorrem um caminho calmo e sereno, tranquilo (como sempre deveria ser), só deles, algo intimista (o p&b assim o diz), alheados de tudo, rasgando as pequenas ondas (como se de pequenos problemas diários se tratasse). Remando para lá chegar (como sempre tem que ser).
Uma belíssima imagem (prefiro chamar-lhe assim a foto) que respira paz e serenidade, de como as coisas deveriam ser, e que não me importava de ter num quadro…
Beijinho
23/01/2008 at 17:23
Sónia,
Agora percebo porque pouco comentas…
Fosse este blog de letras e este comentário merecia um post.
Mas, se viste isso tudo então valeu a pena tê-la aqui posto.
Obrigado.
Beijinho
24/01/2008 at 17:00
Ib,
Os caminhos que fazemos no silêncio.
De uma Sensibilidade e Calmaria a imagem!
Parabéns!
(a)braços e flores
24/01/2008 at 17:57
Lampejos,
Obrigado
Beijinho
24/01/2008 at 19:00
Bem curiosa e original. Tu lá entendes destes trabalhos
Lindissima!
Beijos
25/01/2008 at 0:42
E que refúgios…e que caminhos…
A lembrar ” A que distância deixaste o guindaste?” in Tolentino de Mendonça
25/01/2008 at 21:07
Magnífico,a imensidão,tranquilidade,misturadas com o preto e branco.
Bom fim de semana
Bjs Zita
26/01/2008 at 16:52
Lindo! Poderia ser um desenho a nanquim.
Bom fim de semana
26/01/2008 at 17:58
Fatyly,
Quem? Eu? Embora ache que te enganas, obrigado
Paula,
Grato pelas palavras… e pela “lembrança”
Beijinhos
26/01/2008 at 18:01
Entre Linhas,
Algum intimismo na imensidão e tranquilidade…
Graça,
Pois poderia, se soubesse desenhar…
Obrigado
Beijinhos
28/01/2008 at 1:08
Ai que vontade me deste de fugir outra vez e de me isolar assim à beira mar… mas agora não posso mesmo… queimei dias que agora estou a pagar em noite
Quem manda ser confusa…?
Beijinhos grandes
28/01/2008 at 2:02
“Um mar rodeia o mundo de quem está só.
É o mar sem ondas do fim do mundo.
A sua água é negra; o seu horizonte não existe.
Desenho os contornos desse mar com um lápis de névoa…”
extracto de um poema de Nuno Júdice, foi dele que me lembrei quando vi esta imagem . 5 *****
Um beijo
28/01/2008 at 17:49
Nanny,
Queimar dias… isso faz-se?
Pois, quem manda?
Gi,
Uma enciclopédia, é o que tu és!
Grato pela quantidade de *s
Beijinhos
29/01/2008 at 7:22
Eles partem ou chegam? Fogem ? ou apenas deslizam? a tranquilidade é absoluta nesta imagem. Os meus parabéns.
29/01/2008 at 9:31
Sombras,
Grato pela visita e amáveis palavras.
Abraço
29/01/2008 at 14:09
HUm…..mais fotos fantásticas???? Yeahh!
Olá!
29/01/2008 at 14:43
Natalie,
Bons olhos te leiam!
Grato pela visita
Beijinho
29/01/2008 at 15:14
Somos (tudo) assim, partículas que se aglomeram, mas, todos temos a mesma substância.
Um beijo amigo.
29/01/2008 at 17:14
Sentir,
Sim, acho que tens razão. A substância, no fundo, é idêntica.
Beijinho
1/02/2008 at 9:41
Muito obrigado pela visita e os votos de um excelente fim de semana
1/02/2008 at 13:52
É quando vejo quadros ou fotografias (ou, ou, ou…
de que gosto, que sei que não nasci para comentar mas sim usufruir.
Como se comenta o belo? E para quê?
Um dia BOM.
Abraço
2/02/2008 at 0:32
Sim… como se comenta o belo?
És DIVINO!
Beijo
4/02/2008 at 18:14
Continua a apetecer-me perder-me nesse mar…
Deixei-te um prémio no meu cantinho… vai lá buscá-lo :-)))
Beijinhos
6/02/2008 at 12:20
Sombras,
Eu é que agradeço! Longa vida ao “Tempo entre Os Tempos”
Abraço
Eduardo,
É o que me acontece quando leio os teus textos… Obrigado.
Abraço
Vera,
Sempre amável…! Grato pela generosidade.
Beijinho
Teardrops,
Muito grato pela imerecida gentileza. Só tu mesmo!
Beijinho
6/02/2008 at 15:37
O horizonte de dois remos, numa marcação serena de quem sabe…navegar.
Bingo no 49! É tanto e tão pouco…é o tempo certo. Obrigada!
Um abraço
6/02/2008 at 15:48
Sine,
E há que (tentar!) saber neste turbulento mar, não é?
É o tanto que parece pouco e o tão pouco que tanto parece…
Abraço